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quarta-feira, 27 de maio de 2020

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Porque eis que vêm dias, diz o SENHOR, em que mudarei a sorte do meu povo de Israel e de Judá, diz o SENHOR; fá-los-ei voltar para a terra que dei a seus pais, e a possuirão. Jeremias 30:3

terça-feira, 26 de maio de 2020

MOMENTO DE PAZ COM O SENHOR JESUS

Por isso, quem crê no Filho tem a vida eterna; o que, todavia, se mantém rebelde contra o Filho não verá a vida, mas sobre ele permanece a ira de Deus. João 3:36

MENSAGEM PARA A FAMÍLIA ABENÇOADA NO NOME DO SENHOR

Nem todas as famílias são felizes. Ninguém é perfeito e membros da família podem nos machucar. Mas, com a ajuda de Deus, podemos aprender a perdoar e construir famílias mais fortes.

domingo, 24 de maio de 2020

CURIOSIDADES

historiadomundo.com.br

Governo Jânio Quadros - História do Mundo


Jânio Quadros assumiu a presidência do Brasil em 1961, e seu governo foi considerado confuso, desorganizado e marcado por uma série de medidas extremamente impopulares.
Jânio Quadros foi eleito presidente do Brasil em 1960 e assumiu seu cargo em janeiro de 1961. O governo de Jânio foi um período turbulento, caracterizado por tomada de medidas confusas e impopulares. Após pouco mais de seis meses no cargo, encontrava-se isolado e em uma jogada política desastrosa, fatos que o levaram a renunciar à presidência do Brasil.


Eleição de 1960

No ano de 1960, foi disputada a eleição para escolha do presidente que, em tese, governaria o Brasil no ciclo 1961-1966. Antes de abordarmos propriamente a eleição presidencial de 1960, é importante considerarmos algumas informações relevantes do governo anterior que pautaram o debate da campanha eleitoral em questão.
O governo anterior havia sido o de Juscelino Kubitschek, caracterizado por uma política desenvolvimentista que resultou em um volumoso crescimento industrial do país. No entanto, esse desenvolvimentismo do governo de JK mascarou problemas graves que afetavam a sociedade brasileira, como a alta inflação, ponto de maior repercussão social naquele momento. Outras questões, como o crescimento da dívida externa (e seu pagamento) e os problemas relacionados ao campo e à área educacional também eram urgentes.
Em decorrência das questões citadas acima e do enfraquecimento dos representantes do PSD e PTB na política, a União Democrática Nacional (UDN), partido conservador, viu nessa eleição a grande oportunidade para, finalmente, encerrar seu ciclo de derrotas, já que havia perdido as três eleições presidenciais da Quarta República. A animação da UDN refletia exatamente a fraqueza de nomes da chapa PSD/PTB para essa disputa presidencial (para melhor compreensão da organização partidária do Brasil na Quarta República, acesse este texto).
O nome lançado pela UDN para a eleição presidencial de 1960 foi Jânio Quadros, político que havia feito carreira política em São Paulo sem possuir vínculos de dependência partidária. Jânio Quadros era um político conservador que se opunha ao legado político de Getúlio Vargas e foi visto por Carlos Lacerda como o nome ideal para a UDN lançar como presidente, principalmente por ter sido governador de São Paulo.
Carlos Lacerda, jornalista e político conservador, era o grande líder da UDN. Atribui-se a ele o papel de ter convencido Jânio Quadros a concorrer à presidência como candidato da UDN. Carlos Lacerda foi também responsável por convencer os membros da UDN a apoiar a nomeação de Jânio Quadros, oficializada em novembro de 1959, como candidato do partido.
Jânio conseguiu atrair o voto tanto da classe alta quanto da classe média, que vinham nele uma esperança de combater a inflação e de garantir a continuidade do crescimento econômico do país. Combate aos altos gastos governamentais (crítica ao governo JK) e moralização da administração e da política do Brasil eram algumas promessas feitas por Jânio.
Durante a campanha eleitoral, uma gama de eleitores passou a defender o “voto Jan-Jan”, ou seja, Jânio para presidente e Jango (João Goulart) para vice. Jango era o vice-presidente da chapa do candidato do PSD, Henrique Teixeira Lott. Isso era possível, porque, na época, a lei exigia votos separados para presidente e para vice.
A campanha de Jânio foi um sucesso, refletido na quantidade de votos obtidos e na larga margem em relação a seus adversários. O resultado final foi |1|:
  • Jânio Quadros (UDN): 48% dos votos;

sábado, 23 de maio de 2020

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domingo, 17 de maio de 2020

CURIOSIDADES

CURIOSIDADES  SOBRE  A  VIDA E  A CARREIRA POLÍTICA  DE JUCELINO KUBITSCHEK  DE OLIVEIRA 
Juscelino Kubitschek de Oliveira foi 21o primeiro presidente do Brasil. Governou entre os anos de 1956 e 1961, tendo João Goulart como vice-presidente. Percorra as linhas a seguir e descubra alguns fatos interessantes e curiosidades sobre sua vida e sua carreira política. Você sabia, por exemplo, que Kubitschek é um sobrenome de origem tcheca?

Além de presidente da República, Kubitschek foi prefeito de Belo Horizonte, governador de Minas Gerais, deputado federal e senador.

Juscelino Kubitschek de Oliveira nasceu na cidade mineira de Diamantina em 12 de setembro de 1902.

Juscelino herdou o sobrenome Kubitschek da família da mãe, que tinha origem tcheca. Detalhe: tratava-se de uma família com antepassados ciganos, o que fez de Juscelino o único presidente cigano do mundo.

Seu apelido de infância era Nonô.

Era formado em medicina pela Universidade Federal de Minas Gerais. Fez especialização em urologia em Paris, na França, e estágio na cidade alemã de Berlim.

Trabalhou como médico na Polícia Militar mineira.

Foi amigo e chefe de gabinete do então governador de Minas Gerais Benedito Valadares. (homenageado com o nome da cidade de Governador Valadares).

A candidatura de Juscelino para a presidência da República por pouco foi impedida pelos militares por seu “suposto envolvimento” com comunistas. Juscelino candidatou-se faltando pouco tempo para as eleições, e teve como um dos principais concorrentes o ex-governador de São Paulo Adhemar de Barros.

Entre os feitos de Juscelino durante a presidência estão a inauguração de Brasília e a transferência da capital federal do Rio de Janeiro para o Planalto Central.

A primeira ligação telefônica de Brasília foi feita pelo próprio Kubistchek. (Veja também 25 curiosidades e fatos inusitados sobre Brasília)

Após deixar a presidência, Juscelino foi senador pelo estado de Goiás, mas teve o mandato cassado e os direitos políticos suspensos pelo regime militar.

Durante o regime militar, exilou-se em Portugal, onde viveu por dois anos. O problema foi que, logo que voltou para o Brasil, foi promulgado o AI-5, que prendeu Juscelino por alguns dias.

Juscelino faleceu em outubro de 1976 num acidente de automóvel na rodovia Presidente Dutra, na cidade fluminense de Resende.

A música escolhida para tocar em seu funeral foi Peixe Vivo, de Milton Nascimento, uma das prediletas do ex-presidente.

Uma das manias de Juscelino era tirar os sapatos sempre que participava de uma reunião em que tinha que ficar sentado.

Bebia uísque e vinho nas festas e cerimônias das quais participava, mas a sua bebida predileta sempre fora o champanha rosé. Tinha o hábito de balançar as pedras de gelo no copo para ouvir o barulhinho.

Juscelino era um verdadeiro “pé-de-valsa”, um sujeito que gostava muito de dançar. Um dos seus estilos musicais prediletos era a seresta.

Seu café da manhã incluía café, leite, pão, manteiga, mel e um filé bem passado. Entre os seus pratos prediletos estava frango com quiabo e angu de fubá. Detalhe: não gostava de comer numa mesa com menos de 10 pessoas.

O rosto de Juscelino figurou na nota de 100.000 cruzeiros, que circulou na segunda metade dos anos 1980. No verso, havia uma imagem de Brasília, a cidade que construiu. Com a promulgação do Plano Cruzado durante o governo de José Sarney, ela passou a valer 100 cruzados.

domingo, 3 de maio de 2020

CURIOSIDADES

CURIOSIDADES  SOBRE HUMBERTO CASTELO BRANCO  (1964-1967) - História do Brasil

Humberto de Alencar Castelo Branco foi filho de general, nascido em 1897, no Estado do Ceará. Ingressou na carreira militar, em 1918, com os estudos na Escola Militar do Realengo. Tornou-se general do Exército em julho de 1962. Durante o governo presidencial de João Goulart (1961-1964), o general Castelo Branco articulou um Golpe Militar no país conjuntamente ao general Artur da Costa e Silva, o vice-almirante Augusto Rademaker, e o tenente-brigadeiro Francisco de Assis Correia Melo. Respectivamente, esses três últimos mencionados eram ministros militares do Exército, da Marinha, e da Aeronáutica.



A proposição das Reformas de Base e a mobilização para executá-las no governo de João Goulart desencadearam a reação de setores conservadores da sociedade, como os supracitados militares, os proprietários de terras e a interferência de setores políticos estadunidenses na política brasileira. Dentre essas reformas constavam a reforma agrária, a bancária, a financeira, a universitária, a ampliação do direito ao voto, e outras medidas que pretendiam atenuar as desigualdades sociais no país. Assim, em 1° de abril de 1964, formou-se uma Junta Militar composta pelos ministros militares para depor João Goulart e evitar a implementação das Reformas de Base, instaurando o Golpe Militar de 1964.
Em 9 de abril de 1964, foi promulgado o Ato Institucional n° 1 do governo militar que possibilitou ao poder Executivo cassar mandatos eleitos, suspender direitos políticos, e declarar o estado de sítio. No dia seguinte, o Congresso elegeu o general Humberto Castelo Branco presidente da República. Castelo Branco era um militar da vertente moderada das Forças Armadas, próximo à política estadunidense, realizou um governo que teve por base de apoio das parcelas mais conservadora da União Democrática Nacional (UDN), dos militares, dos tecnocratas, e da classe média.
Após um ano de governo, a base de apoio dos setores médios urbanos começou a diminuir devido às medidas repressivas e às práticas econômicas de arrocho adotadas pelos ministros da Fazenda, Otávio Bulhões, e do Planejamento, Roberto Campos. Assim, a situação do regime foi derrotada pela oposição nas eleições em Estados importantes como Guanabara e Minas Gerais. Em decorrência disso, foi editado, em 27 de outubro de 1965, o Ato Institucional n° 2 que dissolveu os partidos políticos existentes. Desse modo, passou a vigorar no país o bipartidarismo: o partido governista era a Aliança Renovadora Nacional (Arena), e a oposição era representada pelo Movimento Democrático Brasileiro (MDB). E, em 5 fevereiro de 1966, foi decretado o Ato Institucional n° 3 que estabeleceu eleições indiretas para os cargos de governadores estaduais e presidente da República.
O governo de Castelo Branco tornou-o impopular por conta das medidas econômicas anti-inflacionárias, para garantir o pagamento de dívidas no exterior, e por causa das medidas repressivas que atingiram até mesmo políticos apoiadores do Golpe Militar. Sob as manifestações do MDB no Congresso, em outubro de 1966, o governo do general Castelo Branco foi substituído pelo governo do general Artur da Costa e Silva.
Costa e Silva alinhava-se à ala da “linha dura” das Forças Armadas, assim tornando o regime ainda mais fechado e perseguindo cruelmente a oposição. O governo de Castelo Branco terminou em março de 1967, quando assumiu o presidente Artur da Costa e Silva eleito indiretamente por uma junta de militares, designada “Comando Supremo da Revolução”. A indicação de Costa e Silva para a presidência propiciou ainda mais o fechamento do regime militar.